Arquivo da categoria: ANECS

Nota de repúdio ao caso de assédio moral e sexual no curso de Ciências Sociais da UFMG

mulheresda anecs logo geralNós, do setorial de mulheres da Articulação Nacional de Estudantes de Ciências Sociais (ANECS), através dessa nota demonstramos total repúdio ao caso de assédio moral e sexual que tem ocorrido no curso de Ciências Sociais da Universidade Federal de Minas Gerais, no qual o professor Francisco Coelho dos Santos está envolvido.

Nós, como alunas, mulheres e feministas repudiamos as atitudes do professor de Sociologia, pois o mesmo ao invés de desempenhar a função que lhe foi cabível:  de professor que respeita a todxs, prefere ASSEDIAR assediar verbalmente as alunas com comentários machistas, ridículos. Segundo alunas do mesmo, esses assédios não aconteceram de forma isolada, houveram vários relatos em que o professor aparece ofendendo às mulheres, como por exemplo dizendo que “menstruadas não serviam para nada, nem para o consumo oral”. Tais posturas são INADMISSÍVEIS, pois como um professor de Sociologia, é de se esperar, o mínimo de coerência e respeito por saber que em pleno século XXI, as mulheres ainda são colocadas em posição de inferioridade dos homens, onde muitas alunas de Ciências Sociais pesquisam, publicam artigos, lutam para que haja de fato respeito nessa sociedade machista, patriarcal, na qual as mulheres o tempo todo estão reduzidas a meros objetos pela mídia, e além de tudo são exploradas no mercado de trabalho, nós esperamos dos nossos professores respeito e que esses deem visibilidades as opressão sofridas pelas mulheres em suas aulas, nas discussões em sala de aula etc.

Nós, do espaço auto organizado de MULHERES DA ANECS exigimos a abertura de sindicância para apurar os fatos narrados; exigimos a exoneração desse professor; queremos que ele se retrate perante a comunidade acadêmica e principalmente perante as alunas que ele constrangeu em seus comentários desnecessários e machistas.

Não toleraremos de forma alguma machismo, assédios, opressão nas nossas salas de aula e em nossa sociedade. Exigimos respeito por parte de todxs que compõe o espaço acadêmico e demonstramos nosso TOTAL apoia as alunas de Ciências Sociais da UFMG, as quais muitas delas constroem o setorial de mulheres de ANECS.

Lutaremos pelo fim do machismo, das opressões às mulheres e pela EMANCIPAÇÃO PLENA, sejam elas universitárias, trabalhadoras, negras, índias, brancas, lésbicas.


Nota de repúdio ao caso de assédio moral e sexual ocorrido no curso de Ciências Sociais

CONTRA OS TROTES MACHISTAS!

CONTRA OS TROTES MACHISTAS!

04 de março de 2013.

Na tarde de terça-feira, cerca de 40 manifestantes protestavam contra a realização do “concurso de beleza” intitulado “Miss bixete”. A manifestação era pacífica, pois contava apenas com batuques e palavras de ordem de cunho feminista. Durante a manifestação participantes do concurso, calouros, veteranos de diversos cursos proferiram comentários agressivos e homofóbicos e alguns deles tiraram suas roupas, satirizando a manifestação do grupo feminista.
Devido ao ocorrido, as Mulheres da ANECS (Articulação Nacional dos Estudantes de Ciências Sociais), REPUDIA tal atitude e o concurso “Miss bixete”. REPUDIAMOS esse concurso pois ele está fundamentado no machismo, constrange calouras, reproduz a idéia de que a mulher é mercadoria e que ela é propriedade dos homens, sendo submetidas a todas as vontades do mesmo.
É muito provável que os calouros vão reproduzir a atitude dos veteranos, vão promover sempre esses concursos “Miss bixete”, vão ridicularizar suas companheiras de sala e não fica restrito ai. Em suas casas, quando tiverem suas mulheres ou namoradas, vão tratá-las como mercadorias TAMBÉM! Reproduzindo SEMPRE o machismo, se colocando “em seu direito como MACHOS” e se necessário até as agridem pois elas os pertencem – segundo a lógica do patriarcado.
As Mulheres da ANECS repudiam qualquer tipo de trote machista no qual há constrangimento de calouras. Esses trotes devem ser severamente repudiados e combatidos pelo M.E, como uma pauta também essencial para o respeito e o avanço das discussões feministas junto aos demais companheir@s.

“Sendo homens e mulheres seres complementares na produção e na reprodução da vida, fatos básicos da convivência social, nenhum fenômeno há que afete a um, deixando de atingir o outro sexo.” (H. Saffioti)

Mulheres da ANECS

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Novo site da FNS

Olá companheiros e companheiras de ciências sociais e de outras áreas!Vamos divulgar aqui no site da ANECS o novo site da Federação Nacional de Sociólogos.Aqueles que quiserem acompanhar as atividade dessa federação podeir acompanhando o site assim que ele for aberto!

https://sites.google.com/site/federacaonacionaldossociologos/home

Coordenação Nacional ANECS 2012/2013

ANECS pelo fim do massacre ao povo indígena brasileiro!

A ANECS na luta pelo fim do massacre ao povo indígena brasileiro

Soy un ser humano
Soy indigena quando oprimen a los indigenas
Soy obrero quando oprimen los obreros
Soy estudiante quando oprimen los estudiantes
Soy Camilista quando maltratan el Pueblo”
Camilo Torres

Diante dos últimos acontecimentos no Mato Grosso do Sul e em vários outros estados do Brasil em relação à questão indígena, a Articulação Nacional dos Estudantes de Ciências Sociais (ANECS), resolveu escrever essa nota pública:

Há mais de 500 anos os indígenas brasileiros vêm sofrendo uma constante espoliação de suas terras e sendo assassinados. Os indígenas do Mato Grosso do Sul perderam a paciência com o que talvez seja a maior tragédia atual conhecida na questão indígena do mundo. Cansados da cumplicidade do poder público com esta situação, os indígenas Guarani-Kaiowá reunidos em um Aty-Guasu, espécie de conselho político indígena, decidiram retomar todas as áreas indígenas do Mato Grosso do Sul que estão com a homologação suspensa por uma liminar no STF (Supremo Tribunal Federal).

Realizaram assim uma retomada em Paranhos (MS), em uma área onde foi oficialmente reconhecida como indígena em 2009, porém o STF suspendeu a homologação dessa terra. Participaram da ação 200 indígenas, entre eles mulheres e crianças. Houve conflito com homens armados e, segundo os índios, o indígena Eduardo Pires, de aproximadamente 50 anos de idade, estaria desaparecido desde então. A morte de um bebê de nove meses de idade, este foi pisoteado durante fuga dos indígenas dos disparos dos peões, também é considerada pelos guarani e reconhecido pela FUNAI como resultado do ataque ao grupo durante a ocupação. Desde então os fazendeiros do Mato Grosso do Sul declararam guerra aos indígenas, e prometeram muito derramamento de sangue já para essa semana (19 a 24 de agosto de 2012). vejam o vídeo: 

Antes de seguirmos em frente com esse fato, vamos entender um pouco a questão indígena no Mato Grosso do Sul. Esse estado da região centro-oeste, abriga a segunda maior população indígena brasileira (73.295 pessoas), sendo os Guarani- Kaiowá o maior grupo indígena do país (45 mil pessoas). Por outro lado, se encontra uma poderosa elite local fortemente associada ao capital transnacional financiadora do agronegócio. O agronegócio, um dos pilares da economia exportadora brasileira, ocupa boa parte das terras do Mato Grosso do Sul, muitas delas terras indígenas, transformado o estado em um mar de soja, cana de açúcar e pastagens para criação de gado bovino. Devido esse quadro vem se intensificando a situação de conflito entre fazendeiros e indígenas na região.

Porém, o movimento guarani-kaiowá pela recuperação das terras não surgiu agora, este é bem anterior, surge na virada dos anos 1980, no bojo da redemocratização. Ao longo das quatro décadas anteriores, os indígenas haviam visto seu território ser ocupado progressivamente por milhares de colonos vindos de vários cantos do País, com incentivo oficial, tanto do governo federal quanto do estado de Mato Grosso (a criação do Mato Grosso do Sul aconteceu em 1979). Nos anos 1970, intensificou-se o processo de expulsão das centenas de grupos locais para dentro de oito reservas indígenas que haviam sido demarcadas entre 1915 e 1928 pelo antigo Serviço de Proteção ao Índio (SPI, substituído em 1968 pela Funai). No fim de 2007, a Funai assina, junto ao MPF, e com o testemunho das lideranças da Aty Guasu, um Compromisso de Ajuste de Conduta para resolver de uma vez por todas a situação das terras guarani-kaiowá. Uma estimativa inicial dos antropólogos envolvidos é de 600 mil hectares a serem identificados. Diante da demora nos processos de identificação, os guarani-kaiowá vem ocupando as terras reivindicadas para pressionar as autoridades. O resultado tem sido uma série de conflitos sangrentos, desde 2009. Sem uma ação mais contundente do poder público, mais problemas certamente continuarão a ocorrer.

Os números da violência contra os povos indígenas no Mato Grosso do Sul são assustadores. Em relatório anual publicado pelo CIMI (Conselho Indigenista Missionário), vemos que os assassinatos de indígenas no Mato Grosso do Sul são maiores do que os assassinatos de indígenas em todos os outros estados brasileiros. Durante os últimos governos (2003-2011) foram assassinados 503 indígenas no Brasil, e apenas no estado do Mato Grosso do Sul foram assassinados 279 indígenas, em porcentagem isso equivale a 55% do número nacional. Uma verdadeira situação de guerra, na qual morrem mais indivíduos assassinados no Mato Grosso do Sul do que em países em estado de guerra, como é o caso do Iraque. Enquanto no Iraque há 93 assassinatos para cada 100 mil pessoas, apenas na região de Dourados (MS) há 145 assassinatos para cada 100 mil pessoas. Este quadro do CIMI, faz uma comparação entre os assassinatos dos indígenas brasileiros e do Mato Grosso do Sul, anualmente:

 Existe uma omissão e morosidade por parte do Governo no que tange as homologações de terras índigenas. Se fomos fazer uma comparação das demarcações de terras por gestão presidencial, os Governos Lula e Dilma mostram os piores índices desde a redemocratização do país. Vejamos os dados do CIMI:

Diante deste quadro estarrecedor de violência ao povo indígena e de omissão e morosidade do governo diante das homologações de terras, da saúde indígena (morrem centenas de indígenas devido ao desassistência da saúde pública, desnutrição, mortalidade infantil..), dos suicídios (só entre os Guarani Kaiowá de 2001 a 2011 houve 555 suicídios), da violência sexual, do racismo e discriminação étnico culturais, dos atropelamentos de índigenas que estão acampados na beiras de estradas e dos próprios assassinatos, o CIMI e a ANECS consideram culpados os 3 poderes (executivo, legislativo e judiciário) de crimes contra os direitos humanos e culpados pela tragédia que nossos indígenas vem sofrendo.

Nós da Articulação Nacional dos Estudantes de Ciências Sociais (ANECS), decidimos no XXVII Encontro Nacional de Estudantes de Ciências Sociais (ENECS) que aconteceu em julho de 2012 em Santa Maria-RS, que nossa principal bandeira geral seria a de remoções e despejos de populações urbanas e rurais. Entre as populações rurais, como vimos, os indígenas são os que mais sofrem com estas remoções devido a expansão do agronegócio e de grandes obras de matriz energéticas (vide Belo Monte), sendo na maioria das vezes expulsos de suas terras e durante os conflitos com os fazendeiros e com os próprios agentes do estado, assassinados.

Os estudantes de Ciências Sociais de todo Brasil não irão se calar diante de toda barbaridade que vem acontecendo com a população indígena no Brasil e principalmente no Mato Grosso do Sul. Portanto viemos a público denunciar toda a matança, todo o derramamento de sangue, todo esse genocídio que vem ocorrendo com os indígenas no Brasil. E para avançar na resolução desses problemas, no que os indígenas chamam de “bem viver”, a ANECS defende:

1 – Que seja homologada todas as terras indígenas no Brasil reconhecidas como tal.

2 – Que o governo brasileiro impeça o massacre anunciado no Mato Grosso do Sul que tende acontecer nos próximos dias. E que todos fazendeiros envolvidos sejam punidos.

3 – Abaixo a PEC 215! O objetivo da PEC 215 é levar para o Congresso Nacional a função de demarcação e homologação de terras indígenas, quilombolas e de áreas de conservação ambiental, que conforme a Constituição Federal são atribuições do Poder Executivo

4 – Pela Revogação da Portaria 303 da AGU. A Portaria 303 determina, entre outras medidas, que as terras indígenas podem ser ocupadas por unidades, postos e demais intervenções militares, malhas viárias, empreendimentos hidrelétricos e minerais de cunho estratégico, sem consulta aos povos indígenas, quilombolas…

ANECS- Articulação nacional de estudantes de Ciências Sociais

Vidas atropeladas
À beira da estrada,
Na retomada,
No confinamento,
As vidas sofridas
De Kaiowá Guarani,
Vão sendo atropeladas,
Abreviadas,
Ceifadas!
É o caminho da cruz,
Do sofrimento,
Da luta,
Da esperança,
Da terra sem males!
(Egon Heck – Indígena do Povo Guarani e do Movimento Pela Vida, Terra e Futuro)

1ª Cartilha Nacional da ANECS 2012

  • Visualize em formato digital a 1ª Cartilha Nacional da ANECS que foi produzida para ser divulgada no ENECS 2012 em Santa Maria e posteriormente socializada nas escolas de Ciências Sociais de todo o Brasil.
  • A cartilha saiu com algumas limitações mais foi o pouco de síntese que conseguimos compilar nessa 1ª publicação oficial da ANECS.
  • Baixar o formato PDF aberto
  • Baixar em formato de impressão

Clique na imagem para ler a Cartilha online

 

Notícias sobre o Encontro Nacional – ENECS 2012

Estudantes de Ciências Sociais de todo o país, a Comissão Organizadora do ENECS 2012 divulgou seu primeiro comunicado oficial (junto com o blog oficial), sobre o andamento do evento. É bom que tod@s leiam e façam os devidos repasses em suas escolas.

Vamos tod@s junt@s ao ENECS Santa Maria em Julho!!!!

http://enecs2012.blogspot.com.br

↓↓ Abaixo o comunicado ↓↓

Colegas, estudantes de Ciências Sociais!

A Comissão Organizadora (CO ENECS) apresenta oficialmente, o 27º Encontro Nacional dos Estudantes de Ciências Sociais (XXVII ENECS)! Este ano, o Encontro ocorrerá na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, entre os dias 21 e 28 de julho de 2012.

O XXVII ENECS é resultado de um importante processo de rearticulação do Movimento Estudantil de Ciências Sociais, que vem ocorrendo nos últimos períodos, tanto em nível nacional, como em nível local, na UFSM.

A temática a ser debatida e problematizada neste Encontro será ‘Democracia e Educação: Libertar para Romper Fronteiras!’. A escolha desta temática levou em consideração uma série de fatores conjunturais e/ou teóricos, dentre os quais destacamos:

– A maioria dos membros da CO ENECS participaram da construção da II Semana Acadêmica Integrada de Ciências Sociais e Sociologia da UFSM, ocorrida em 2011, cujo tema foi ‘Educação pra que(m)?’, gerando um importante acúmulo para a CO ENECS e para os demais acadêmicos da escola sede. Já em 2010, o tema da Semana Acadêmica havia sido ‘Democracia: as Diferentes Interfaces’;

– A atual política do Movimento de Estudantes de Ciências Sociais (MECS) e as bandeiras de luta, aprovadas no XXVI ENECS BH, como a pauta dos 10% do PIB para a educação, por exemplo;

– O entendimento de que a educação é sempre intencional, assim como o resultado complexo de interações e disputas por hegemonia, em termos gramscianos, entre as classes sociais, sendo necessário lutar por uma educação popular, libertadora e de empoderamento das classes oprimidas, e que se contraponha as propostas tradicionais, reprodutoras de lógicas sociais dominantes;

– O avanço na construção de uma gestão do ENECS, baseada na metodologia do Instituto de Educação Josué de Castro (IEJC), buscando educar para práticas críticas e autônomas;

– Problemáticas e ações decorrentes do retorno da disciplina de sociologia ao Ensino Médio, como: surgimento da Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais (ABECS), discussões sobre Projetos Político-Pedagógicos, reforma do Ensino Médio no Rio Grande do Sul, etc;

– As diversas ações ao redor do mundo, iniciadas pela Primavera Árabe, visando à democracia, criticando o capitalismo e cobrando dos governos, saídas para a crise capitalista, que não passem pela pauperização ainda maior da classe trabalhadora.

– No Brasil, a intensificação de políticas de criminalização da pobreza e da juventude, como no caso da truculenta reintegração de posse de Pinheirinhos, em São Paulo, que resultou em milhares de pessoas sem-teto; assim como a violenta desocupação da Reitoria da USP, ocupada por estudantes que lutavam por mais democracia no Campus e transparência na gestão do reitor Rodas.

Em se falando especificamente sobre educação, a mesma ainda é tida, nos discursos oficiais, como principal caminho para a eqüidade, uma espécie de ‘trampolim’ para ascensão social. Entretanto, raramente se discute o papel emancipatório que deve ter a educação, isto é, somos educados para ser mão-de-obra para o mercado capitalista, mas não para desenvolver o senso crítico e a cidadania.

Além disso, assistimos no Brasil, um avanço cada vez maior de políticas educacionais que precarizam a educação pública, em todos os níveis, e aprofundam o processo de mercantilização e privatização do ensino, que se torna cada vez mais, uma mercadoria, acessível apenas aos que podem pagar por ela.

Por outro lado, apesar de a educação popular ser um tema que vem sendo debatido há décadas, com algumas experiências exitosas (mas sempre em nível micro), ainda não temos um modelo consolidado de educação que seja pensada pelo povo e para o povo. Recentemente, no ano de 2011, realizou-se em Porto Alegre, o I Seminário Nacional sobre Universidade Popular (I SENUP), no qual foram debatidas algumas diretrizes básicas para o desenvolvimento da educação popular.

Deste modo, sabendo das problemáticas que a educação enfrenta em nosso país, assim como a dificuldade de organização do MECS, o XXVII ENECS tem por objetivo avançar e fortalecer a Articulação Nacional dos Estudantes de Ciências Sociais (ANECS), através do debate e da prática, dinamizando o processo de comunicação entre as escolas rumo a uma articulação, composta por estudantes de Ciências Sociais de luta, fomentando o espírito de indignação social, ao mesmo tempo que instiga o desenvolvimento de um processo de construção coletiva e transformação da sociedade. Para tanto, a Comissão Organizadora enfatiza a importância de, cada vez mais, qualificar o caráter de participação dos Encontros, visando à formação do cientista social militante, através de espaços que estimulem o crescimento e a formação.

Além disso, vale mencionar que o XXVII ENECS desempenhará um importante papel, neste contexto de reorganização do Movimento Estudantil de Ciências Sociais, uma vez que debateremos qual será a estrutura organizativa que nos representará (Federação, Executiva, etc), tendo o Encontro um caráter constituinte.

Por fim, destacamos que a partir de agora, este blog (www.enecs2012.blogspot.com), assim como  no Facebook (Emecs Santa Maria), são os meios oficiais de informação sobre o XXVII ENECS, através dos quais vocês encontrarão semanalmente, novas informações sobre o Encontro.

Sejam todos bem-vindos ao XXVII ENECS! Esperamos por vocês em Santa Maria!

Seminário da Crecs (Corecs-NE)

O II Seminário da CRECS [corecs-ne] ocorreu nos dias 24,25,26 de fevereiro na Univasf, em Juazeiro, Bahia!

Além de formações políticas e espaços de socialização, foram discutidos importantes assuntos no que se refere a organização constante do mecs nordeste, à saber: relação crecs-anecs, organização da crecs e erecs/dinâmica do encontro.

Dando continuidade a necessidade de socialização de discussões e maior integração entre as escolas do nordeste para todos juntos somarmos à construção de um Movimento Estudantil de Ciências Sociais realmente Perigoso, segue abaixo a proposta de Regimento da Coordenação Regional dos Estudantes de Ciências Sociais, discutida durante o seminário e que é de suma importância ser debatida nas escolas do nordeste!

É sempre bom lembrar…

Que se trata de uma proposta! E que deve ser debatida, reformulada, se necessário e aprovada no III ERECS, em Ilhéus, Bahia! Proposta de Regimento

 

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